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A cadeira num café

Tábua de salvação

Toze, 03.10.19

Por vezes procuramos desesperadamente uma tábua de salvação, por vezes criamos essa tábua de salvação, pode até ser apenas uma criação utópica da nossa mente, mas desde que nos mantenha vivos já é bom.
Só quem passa pelo desespero e frustração que uma separação envolve tem capacidade para entender uma coisa destas.

18 comentários

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    A.Jota 03.10.2019

    Dúvido que seja esse o caso...
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    Sarin 03.10.2019

    Cada tábua é uma tábua. E até as mesmas águas estão sujeitas a correntes distintas... duvidar é bom, mas uma tábua É uma tábua, o tipo torna-se secundário no imediato.
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    Toze 03.10.2019

    Quando se junta o medo do futuro, a tristeza, a solidão, o que há a fazer com esse medo que se instala em nós?
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    Sarin 04.10.2019

    Senti-lo. Deixá-lo ganhar textura, espessar.
    E depois parti-lo.
    Não há cura sem aceitação, suponho. E talvez nem haja cura, apenas hábito - o hábito de ter um espaço  negro num canto de nós.
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    Toze 04.10.2019

    O ideal é procurar entender quais pontos nos causam maior preocupação e dor
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    Sarin 04.10.2019

    A preocupação é racional, a angústia emocional. O que causa maior preocupação pode não ser o que causa maior dor. Por isso a importância de sentir, deixar ganhar textura. Fazer o luto, chamam-lhe alguns :)
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    Toze 04.10.2019


    E há até quem diga que "o tempo tudo cura"...
    :)
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    Sarin 04.10.2019

    O Tempo não sabe unir cortes, não sabe rematar pontas, não sabe desinfectar arranhões, sequer. O Tempo nada cura, apenas passa enquanto nos curamos ou nos habituamos. De toda a forma, passamos com ele - melhor que passemos bem :)
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    Toze 05.10.2019

    E como é  que isso se faz?
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    Sarin 05.10.2019

    O passar bem?
    Como disse no início: dando espaço para a escuridão ganhar solidez. Quando os pés tocam o fundo ou ficamos ou impulsionamos para cima. Quando o gelo solidifica, quebra o recipiente. Quando o negrume é denso e total, qualquer fricção provoca fogos de Sant'Elmo. Mas é preciso bater no fundo, arrefecer até gelar, perder a luz até ser breu. Cada um terá o seu tempo. E conseguimos ser funcionais no entretanto - o instinto de sobrevivência é maior que Pedro e Inês :)
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    Toze 05.10.2019

    Sou vitima de mim mesmo, da minha própria consciência que não me dá um minuto de descanso... 
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    Sarin 05.10.2019

    Escrever talvez ajude.
    Mas não apenas a escrita libertação. Não! A escrita organizada, metódica, dura - aquela com que se listam os erros, causas e consequências. Aquela onde se verte a realidade e o sangue, sem adereços de estilo, sem metáforas nem eufemismos.
    A razão pode aplacar o caos.
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    Toze 05.10.2019

    A escrita simples e natural...é?
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    Sarin 05.10.2019

    Falava da científica - uma lista. Dos erros.
    Com entradas e saídas - as causas e as consequências.
    Não será uma escrita muito natural. Nem publicável :)
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    Toze 05.10.2019


    Reconheço que tenho alguma dificuldade em lidar com na língua portuguesa, o meu 12º ano foi concluído na área das ciências e se o consegui, foi com a ajuda de alguns professores quando o português era obrigatório e não se podia "chumbar" para se passar de ano
    :)


     
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    Sarin 05.10.2019

    Ponto 1. Eu sou de ciências.
    Ponto 2. Falava de racionalizar os erros como forma de os perceber - e, no processo, exorcizar demónios a eles associados pela compreensão dos mesmos.
    Ponto 3. Nem por um  (#1) minuto me referi ou quis referir ao seu estilo de escrita :)
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    Toze 05.10.2019

    Completamente esclarecido
    :)
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