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A cadeira num café

Coisas da vida real

Toze, 10.10.19

Luís Carlos, antigo professor de Análise Matemática na Universidade de Coimbra, entrou numa sala completamente lotada de caloiros e alunos repetentes. Seriam mais de 400 no pequeno auditório. Cadeiras, corredores, parapeitos, tudo servia de lugar. O professor era o terror da cadeira tinha alunos de vários anos uma vez que não havia precedências. Esta seria a primeira aula do ano; estávamos em Setembro. O homem, vergado pelo peso da idade tossia com  frequência e voz embargada. Dá inicio à aula escrevendo no quadro; "1ª frequência dia 2 de Março às 14h00”. No meio do silêncio tumular que reinava naquele espaço, fez-se ouvir a voz de uma colega, “Se lá chegares!”. A gargalhada foi geral e não percebi quem a dissera, e o professor também ... felizmente!

Gaguez

Toze, 10.10.19

Eu acho que vocês estão todos malucos e que Portugal está a prontinho para ser entregue aos chanfrados. Então vocês acham normal ter uma pessoa com a gaguez da Joacine Katar Moreira a desempenhar o papel de deputada? Uma função que exige eloquência, espontaneidade, retórica e clareza de discurso?

Conversas de Café

Toze, 10.10.19

Não gosto das conversas e dos sorrisinhos que alguns dos meus amigos fazem sempre que falamos de mulheres. É assim tão dificil perceber que quando eu saio à noite não é para andar no engate? Ou serei um bicho raro? Foda-se! 

Conversa com um conhecido, mas que pensa que é meu amigo, enquanto a Margarida (nome ficticio) foi ao WC do melhor bar de Coimbra.

Ele -  Tu és um gajo com sorte. 
Eu -   Eu sou um gajo com sorte porquê?!
Ele -  Cada noite que nos encontramos estás com uma gaja boazona diferente.
Eu  -  Ehhh! Epá... (abano a cabeça em sinal de desacordo)
Ele -  Vai uma imperial? Ofereço eu...
Eu  -  Não, obrigado. Ainda não bebi esta. (aponto para a minha)
Ele -  Pago-te uma imperial e tu arranjas-me uma gaja boazona... combinado?
Eu -  Olha... és mesmo um burro do caralho, sabias? Vai-te foder!
Ele - O quê?! Qual é a tua?
Eu -  Nem te vou explicar, porque és um ignóbil... e não ias entender!
(a Margarida volta do WC e ele vai-se com aquele risinho imbecil)
Ela - És amigo daquele parvalhão?
Eu - Não! É apenas um conhecido!